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 Ilma Passos de Alencastro Veiga - Projeto Político Pedagógico da Escola. CLIQUE AQUI                                     

 Daniela P. de Moura - Pedagogia de Projetos.CLIQUE AQUI

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 BRASIL. Resolução CNE/CP nº 2, de 22-12-2017 - Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada, obrigatoriamente, ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.

 BRASIL. Lei nº 9.394, de 20-12-1996 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

 BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 4, de 13-07-2010 - Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

 BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais.

 BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais.

 MARÇAL, J. C.; SOUSA, J. V. de. Progestão: como promover a construção coletiva do projeto pedagógico da escola? módulo III. Brasília: CONSED, 2009.

 VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Projeto políticopedagógico da escola: uma construção possível. 29. ed. Campinas: Papirus, 2011. (Magistério).

 PIMENTA, Selma, G.A. A Construção do Projeto Pedagógico na Escola de 1º Grau. Ideias nº 8. 1.990, p 17-24.

 GOMES, Candido Alberto. A escola de qualidade para todos: abrindo as camadas da cebola. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 13, n. 48, jul./ set. 2005.

 CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistemas nacionais de avaliação e de informações educacionais. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 121-128, 2000.

 FERNANDES, Maria Estrela Araújo Progestão: como desenvolver a avaliação institucional da escola? módulo IX. Brasília: CONSED, 2009.

 LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

 CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

 BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008.

 ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de; SILVA, Maria da Graça Moreira da. Currículo, tecnologia e cultura digital: espaços e tempos de web currículo. Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 1-19, abr. 2011.

 MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Educação & Sociedade. São Paulo, ano 23, n.79, p. 15-38, ago. 2002.

 SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade:uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

 Metodologias, Estratégias de Ensino, Recursos Didáticos e Intervenções Pedagógicas.

 Lei 11.494 de 20-06-07 que regulamenta o FUNDEB.

 Avaliações Externas e o IDEB.

 BRASIL. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de nove anos. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2009.

 BRASIL. Constituição Federal/88 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das Disposições Constitucionais Transitórias. Emenda 14/96.

 BRASIL. Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília, 2007.

 BRASIL. Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Brasília: CNE, 2010.

 BRASIL. Resolução CNE/CEB 4/2009 – Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília: CNE, 2009.

 Decreto n.º 6.949/2009 – Promulga Convenção Internacional sobre os direitos das pessoas com deficiência e seu protocolo facultativo.

 BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência)

 Dificuldades e distúrbios de aprendizagens.

 LIBÂNEO, J.C. Didática. São Paulo: Cortez, 2013, capítulos 2,7 e 9.

 SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre a educação política. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.

 SENNA, Sylvia Regina Carmo Magalhães; DESSEN, Maria Auxiliadora. Contribuições das teorias do desenvolvimento humano para a concepção contemporânea da adolescência. Psicologia: Teoria e Prática. Brasília, v. 28, n. 1, p. 101-108, jan./mar. 2012.

 MOURA, Daniela Pereira de. Pedagogia de Projetos: contribuições para uma educação transformadora. Publicado em: 29/10/2010.

 PIAGET, Jean. Desenvolvimento e aprendizagem. Trad. Paulo Francisco Slomp. UFRGS- PEAD 2009/1.

 QUEIROZ, Cecília T. A. P. de; MOITA, Filomena M. G. da S.C. Fundamentos sócio-filosóficos da educação. Campina Grande; Natal: UEPB/UFRN, 2007. (MEC/SEB/SEED). 

 AGUIAR, Márcia Ângela da Silva [et. al.]. Conselho Escolar e a relação entre a escola e o desenvolvimento com igualdade social. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

 ARÊAS, Celina Alves. A função social da escola. Conferência Nacional da Educação Básica.

 COLL, César. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Editora Ática, 1999. (Capítulos 4 e 5). 

 GARCIA, Lenise Aparecida Martins. Transversalidade e Interdisciplinaridade.

 HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento In: SE/SP/FDE. Revista IDEIAS nº 22, pág. 51 a 59.

 CASTRO, Jane Margareth; REGATTIERI, Marilza (Org.). Interação escola família: subsídios para práticas escolares. Brasília: UNESCO, MEC, 2010.

 CHRISPINO A.; CHRISPINO, R. S. P. A mediação do conflito escolar. 2. ed. São Paulo: Biruta, 2011.

 FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Repensando e ressignificando a gestão democrática da educação na cultura globalizada. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p. 1227-1249, set./dez, 2004.

 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (Leitura).

 Jussara Hoffmann - Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento.

 LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de, Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed., SãoPaulo: Summus, 1992.

 LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. Ed. São Paulo: Heccus, 2013.

 LÜCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação educacional. Editora Vozes. Petrópolis. 1995.

 LÜCK, Heloisa. Pedagogia Interdisciplinar: fundamentos teóricos-metodológicos. Editora Vozes. Petrópolis. 1995.

 LUIZ, Maria Cecilia; NASCENTE, Renata Maria Moschen (Org.). Conselho escolar e diversidade: por uma escola mais democrática. São Carlos: EDUFSCAR, 2013. (Capítulos 1 e 6).

 MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: E.P.U., 1992.

 MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 21. ed. rev. e atual. Campinas: Papirus, 2013.

 PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2012.

 RIOS, Teresinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001(capítulos 2 e 3).

 WOLF, Mariângela Tantin e CARVALHO, Elma Júlia Gonçalves de. Regimento escolar de escolas públicas: para além do registro de normas.

 ALVES, Nilda (coord.). Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

 MURAMOTO, Helenice Maria Sbrogio. Ação, reflexão e diálogo: o caminhar transformador. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Escola: espaço de construção da cidadania. São Paulo: FDE, 1994. p. 133-142. (Ideias, 24).

 POSSANI, Lourdes de Fátima Paschoaletto; ALMEIDA, Júlio Gomes; SALMASO, José Luis (org.). Ação Supervisora: tendências e práticas. Curitiba: CRV, 2012.

 RANGEL, Mary (org.). Supervisão e gestão na escola: conceitos e práticas de mediação. 3. ed. Campinas: Papirus, 2015.

 RANGEL, Mary; FREIRE, Wendel (Org.). Supervisão Escolar: avanços de conceitos e processos. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.

 SILVA JUNIOR, Celestino (Org.). Nove olhares sobre a supervisão. Campinas, SP: Papirus, 2004.

 BRASIL. Lei n° 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.

  BRASIL. Resolução CNE/CEB 4, de 13-07-2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

Parte 1 (CLIQUE AQUI)

Parte 2 (CLIQUE AQUI)

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Parte 6 (CLIQUE AQUI)

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Parte 8 (CLIQUE AQUI)

Parte 9 (CLIQUE AQUI)

Parte 10 (CLIQUE AQUI)

Parte 11 (CLIQUE AQUI)

Parte 12 (CLIQUE AQUI)

Parte 13 (CLIQUE AQUI)

Parte 14 (CLIQUE AQUI)

Parte 15 (CLIQUE AQUI)

 CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

 FERREIRA, Naura Syria C.(org.) Supervisão educacional para uma escola de qualidade: da formação à ação. 8. ed., São Paulo: Cortez, 2010.

 LEVY, Pierre. Cibercultura. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2010.

 OLIVEIRA, Michele Pereira. Educação inclusiva: uma necessidade imediata. Sorocaba: Recanto da Letras, 2008.

 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania. Brasília: MEC/SEB, 2004. (Caderno 1, parte II).

 CARDOSO, Heloísa. Supervisão: um exercício de democracia ou de autoritarismo? In: ALVES, Nilda (org.). Educação & supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

 CARVALHO, Maria Celeste da Silva. Progestão: como construir e desenvolver os princípios de conveniência democrática na escola? módulo V. Brasília: Consed, 2009.

 COSTA, Antonio Carlos Gomes da; VIEIRA, Adenil. Protagonismo juvenil: adolescência, educação e participação democrática. São Paulo: FTD, 2006.

 DOURADO, Luiz Fernandes. Progestão: como promover, articular e envolver a ação das pessoas no processo de gestão escolar? módulo II. Brasília: Consed, 2009.

 FUSARI, José Cerchi. A construção da proposta educacional e do trabalho coletivo na unidade escolar. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. A autonomia e a qualidade do ensino na escola pública. São Paulo: FDE, 1993. p. 69-75. (Idéias, 16).

 LÜCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. Editora Vozes. Petrópolis. 2006.

 OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. 10. ed., Petrópolis: Vozes, 2013.

 SOUSA, Sandra Zakia Lian. Conselho de classe: um ritual burocrático ou um espaço de avaliação coletiva? In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Ensino no período noturno: contradições e alternativas. São Paulo: FDE, 1998. p. 45-59. (Idéias, 25).

 TORRES, C. A.; O’CADIZ, M. D. P.; WONG, P. L. Educação e democracia: a práxis de Paulo Freire em São Paulo. São Paulo: Cortez, 2002.

 BRASIL. Decreto 6.094, de 24-04-2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica.

 MURICI, Izabela Lanna; CHAVES Neuza. Gestão para Resultados na Educação. 2. ed. São Paulo: Falconi, 2016.

 PERFEITO, Cátia Deniana. Planejamento estratégico como instrumento de gestão escolar. Educação Brasileira, Brasília, v. 29, n. 58 e 59, p. 49-61, jan./dez. 2007.

 CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistema de avaliação da educação no Brasil: avanços e novos desafios. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 23, n. 1, p. 05-18, jan./jun. 2009.

 GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 19. ed. São Paulo: LOYOLA EDICOES, 2011.

 BONAMINO, Alicia; SOUSA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa. v. 38, n. 2, p. 373-388, abr./jun. 2012.

 PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. 2. ed., São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2002.

 SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética libertadora do processo de avaliação escolar. 18. ed. São Paulo: Libertad, 2008.

 VASCONCELLOS. Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino –aprendizagem e projeto político pedagógico. Coleção Cadernos Pedagógicos. São Paulo, Libertad Editora, 2005.

 ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

 PINTO, José Marcelino de Rezende; SOUZA, Silvana Aparecida de. (Org). Para onde vai o dinheiro? Caminhos e descaminhos do financiamento da educação. São Paulo: Xamã, 2014.

 CORTELLA, Mario Sérgio. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.

 CORTELLA, Mario Sérgio; MUSSAK, Eugênio. Liderança em foco. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.

 LÜCK, Heloísa. Liderança em gestão escolar. 9. ed. São Paulo: Vozes, 2014.

 MÓDULO 1 - Acento, pra que te quero?

Regras de Acentuação Gráfica (Parte 1).

Regras especiais de acentuação gráfica (parte 2).

 MÓDULO 2 - As palavras e seus significados.

Sinonímia/Antonímia; Hiponímia/Hiperonímia; Homonímia (parte 1).

Paronímia; Polissemia; Denotação/Conotação (parte 2).

 MÓDULO 3 - Morfologia: a família!

Substantivos - Classificação (parte 1)

Gênero dos substantivos (parte 2)

Plural dos substantivos simples e compostos (parte 3)

Grau dos substantivos (parte 4)

Adjetivos - Definição; Classificação; Locução adjetiva (parte 5)

Flexão dos adjetivos - Gênero; Número; Grau (parte 6)

Artigo; Numeral (parte 7)

Pronome (parte 8)

Pronomes pessoais (parte 9)

Pronome oblíquo; Pronome oblíquo átono (parte 10)

Pronome oblíquo tônico (parte 11)

Pronome reflexivo (parte 12)

Segunda pessoa indireta; Pronome de tratamento (parte 13)

Pronomes possessivos (parte 14)

Pronomes demonstrativos (parte 15)

Pronomes indefinidos (parte 16)

Pronomes Relativos (parte 17)

Pronomes Interrogativos (parte 18)

Verbos (parte 19)

Verbos (parte 20)

Vozes dos Verbos (parte 21)

Advérbios (parte 22)

Preposições (parte 23)

Conjunções (parte 24)

Interjeições (parte 25)

 MÓDULO 4 - Onde fica o pronome?

Colocação pronominal.

 MÓDULO 5 - Concordar é viver em paz uns com os outros!

Concordância nominal (Parte 1)

Concordância nominal (Parte 2)

Concordância verbal (Parte 1)

Concordância verbal (Parte 2)

Concordância verbal (Parte 3)

 MÓDULO 6 - A relação de amor entre regentes e regidos.

Regência Nominal.

Regência Verbal.

 MÓDULO 7 - Vamos a ela, à famosa...

Crase (Parte 1)

Crase (Parte 2)

Crase (Parte 3)

Crase (Parte 4)

Crase (Parte 5)

 MÓDULO 8 - Pontuar é preciso.

Pontuação.

 MÓDULO 9 - Nossa língua inculta e bela!

Ortografia oficial.(Parte 1)

Novo acordo ortográfico.(Parte 2)

 MÓDULO 10 - Indispensável: compreenda e interprete.

Compreensão e interpretação de textos.

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O que estão falando sobre o curso

Confira o depoimentos de alguns dos nossos alunos :)

Dúvidas frequentes

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Resposta: Você terá acesso ao curso por 6 meses ou até que aconteça o concurso, ou seja, se o concurso acontecer antes de 6 meses o seu acesso continuará por 6 meses. Contudo, se o prazo de 6 meses se esgotar antes que aconteça o concurso, seu acesso é renovado automaticamente até que ele ocorra.

Resposta: Sim! Você poderá mandar suas dúvidas sobre o curso e ter suporte às suas dúvidas com nosso time Phronesis durante todo o curso. Dentro da plataforma do curso, abaixo das videoaulas, temos um espaço privado para te ajudar com as dúvidas que você tiver ao longo dos encontros. Você também terá acesso ao nosso GRUPO DE ALUNOS no Facebook. Nele, poderá trocar ideias com outros alunos, ajudar e ser ajudado. Temos também o “FALE COM O PROFESSOR”, um canal direto para falar com o professor responsável pelo curso.

Resposta: Todas os encontros (vídeos) do curso são gravados e ficam disponíveis apenas online. Não é possível fazer o download.

Importante: Pirataria é crime de violação de direito autoral e está prevista no artigo 184, parágrafo 2° do Código Penal Brasileiro.

Resposta: Sim. Quando o curso é concluído, você encontrará seu certificado na sua área restrita para poder salvar em seu computador e imprimir posteriormente.

Resposta: Após a aprovação do pagamento, você receberá um e-mail dizendo que os dados que você utilizou para realizar o seu cadastro (e-mail e senha) foram desbloqueados. Por isso, é importante que você cadastre um e-mail válido. Procure por um e-mail (inclusive no spam) enviado pela Phronesis com o título: "Seu Acesso ao Curso (?) está liberado!".

Resposta: Para cada encontro (conteúdo) do curso, você tem à disposição, um vídeo e um material complementar que acompanha o vídeo, como um Prezi, Slide, PDF ou mesmo outro vídeo.

Resposta: Sim. Todos os materiais (exceto os vídeos) você poderá salvar em seu computador e imprimi-los.

Um pouco da minha história

Alex Phronesis

Alex Ferreira dos Santos

É historiador graduado e mestre em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), educador com experiência profissional em escolas privadas, estaduais e integral do Estado de São Paulo (E.E Neusa Maria Nazatto de Carvalho, E.E. Ulisses de Oliveira Valente, E.E Dalva Lellis Garcia do Prado, E.E Dalva Vieira Itavo e Escola Maria Peregrina). O trabalho desenvolvido nestas escolas foi pautado na Pedagogia de projetos, Inteligências múltiplas e Haptonomia, a partir de sua experiência profissional criou o método “Os 3 PI’S” cujo enfoque se dá na aproximação da relação entre educador e aluno.


Fundador da Phronesis

Uma empresa que atua na área educacional, através da formação de profissionais do magistério e também com a preparação dos mesmos em concursos públicos da área. Entusiasta da educação e desenvolvedor do Método “A Engenharia do Acerto”, direcionado a elevar o percentual de chances de aprovação dos alunos nos concursos públicos, é também o criador do Revolução Pedagógica, curso voltado à proporcionar melhorias no trabalho dos profissionais da educação nas instituições públicas ou privadas.